domingo, 1 de julho de 2012
Freaking out
Uma prima do meu (futuro) marido está grávida e vai estar ainda mais grávida no casamento e farta-se de colocar fotos no facebook e eu estou a passar-me!
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Modo de intervenção
Estamos a voltar aos tempos do Fado, Futebol e Fátima. Somos reconhecidos lá fora pelo Fado e pelo Futebol e por cá andamos a rezar a Nossa Sra. de Fátima para que tudo corra pelo melhor.
Em falta de dinheiro, temos o orgulho nacional. Agora eu só gostava que alguém capaz se enchesse de orgulho nacional e se chegasse à frente para governar este País. Queria um Primeiro-Ministro orgulhoso que não achasse que estamos a ultrapassar a crise só porque estamos em alta à conta da selecção nacional. Queria um Primeiro-Ministro que tendo rendimentos extraordinários dissesse: eu tenho carro à borla, alojamento à borla, telefone à borla, pc à borla, comida à borla, então talvez devesse encarar isto como um estágio comparticipado pelo Estado e abdicar do vencimento.
Anyway, hoje estou em modo de intervenção porque me sinto presa no vazio que se tornou o mundo, porque em todas as matérias reina a hipocrisia e a ditadura do dinheiro. Os valores já eram, o mérito não é reconhecido, o esforço não é valorizado. E mesmo quando somos bons, não há dinheiro para aumentos, para prémios, não podemos aspirar a mudar de profissão porque as empresas estão estranguladas (à excepção da PT, Zon, Meo, Galp e afins que não sei porquê continuam a dar grandes lucros... Ah! espera, talvez porque são quase monopólios e a autoridade da concorrência não funciona muito bem).
Espero que, pelo menos no futebol, às 19h45, a gente dê na boca a Espanha e que amanhã a guerra dos ex-fascistas dê a vitória à Itália. Quero ver os detentores do capital chateados porque confesso que cada vez que a Alemanha tem a faca e o queijo na mão passam-se um bocado e começam, sei lá, uma guerra mundial.
Venha o Fado, o Futebol e a Fátima, e para quem nos anda a enrabar, cá vai disto:
Em falta de dinheiro, temos o orgulho nacional. Agora eu só gostava que alguém capaz se enchesse de orgulho nacional e se chegasse à frente para governar este País. Queria um Primeiro-Ministro orgulhoso que não achasse que estamos a ultrapassar a crise só porque estamos em alta à conta da selecção nacional. Queria um Primeiro-Ministro que tendo rendimentos extraordinários dissesse: eu tenho carro à borla, alojamento à borla, telefone à borla, pc à borla, comida à borla, então talvez devesse encarar isto como um estágio comparticipado pelo Estado e abdicar do vencimento.
Anyway, hoje estou em modo de intervenção porque me sinto presa no vazio que se tornou o mundo, porque em todas as matérias reina a hipocrisia e a ditadura do dinheiro. Os valores já eram, o mérito não é reconhecido, o esforço não é valorizado. E mesmo quando somos bons, não há dinheiro para aumentos, para prémios, não podemos aspirar a mudar de profissão porque as empresas estão estranguladas (à excepção da PT, Zon, Meo, Galp e afins que não sei porquê continuam a dar grandes lucros... Ah! espera, talvez porque são quase monopólios e a autoridade da concorrência não funciona muito bem).
Espero que, pelo menos no futebol, às 19h45, a gente dê na boca a Espanha e que amanhã a guerra dos ex-fascistas dê a vitória à Itália. Quero ver os detentores do capital chateados porque confesso que cada vez que a Alemanha tem a faca e o queijo na mão passam-se um bocado e começam, sei lá, uma guerra mundial.
Venha o Fado, o Futebol e a Fátima, e para quem nos anda a enrabar, cá vai disto:
domingo, 10 de junho de 2012
Depois de passar pelo Brasil, por Angola, França, Itália sinto-me pequena em Portugal. Tenho bicho carpinteiro, não gosto de me sentir inútil, presa na rotina, quando há tanta coisa magnífica no mundo. É neste país que estou em casa, mas não é aqui que quero estar sempre, 365 dias por ano!
E é quando penso assim que desejo voltar ao jornalismo para aprender coisas todos os dias. Não é o jornalismo do Correio da Manhã, do Crime, do coitadinho, da desgraça, da violência. É o jornalismo da grande reportagem onde se contam tragédias sim, mas enquadradas no momento histórico, na geografia. E onde se contam vitórias é claro! Onde se vê o mundo e se transmite tudo o que há de desolador, trágico, magnífico e belo num contexto global.
E é quando penso assim e vejo que não há grande espaço para jovens jornalistas singrarem na grande reportagem, que acesso ao site dos jogos santa casa e jogo no euromilhões!
Frustration is a bitch!
E é quando penso assim que desejo voltar ao jornalismo para aprender coisas todos os dias. Não é o jornalismo do Correio da Manhã, do Crime, do coitadinho, da desgraça, da violência. É o jornalismo da grande reportagem onde se contam tragédias sim, mas enquadradas no momento histórico, na geografia. E onde se contam vitórias é claro! Onde se vê o mundo e se transmite tudo o que há de desolador, trágico, magnífico e belo num contexto global.
E é quando penso assim e vejo que não há grande espaço para jovens jornalistas singrarem na grande reportagem, que acesso ao site dos jogos santa casa e jogo no euromilhões!
Frustration is a bitch!
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Ontem foi um dia...
... muito difícil. Extremamente, absolutamente devastador para o meu coração que eu não gosto muito de admitir que tenho, mas esperava que o meu companheiro de vida entendesse que existe e que até é bem frágil!
terça-feira, 5 de junho de 2012
E pronto...
... hoje já descobri que fiz merdinha duas vezes! Shit happens... e com a dificuldade que ando em concentrar-me no que quer que seja pior um pouco.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Agoniada...
...é assim que me sinto com cada vez mais frequência no trabalho! Não consigo evitar, não consigo mesmo. Por mais que seja importante ter um vencimento ao fim do mês, este stress todo por menos que nada está a revoltar-me as entranhas.
Uma tarde de paintball
...resultou numa constipação e num escaldão no nariz.
Ao menos saí do campo de batalha sem uma nódoa negra gigante!
Ao menos saí do campo de batalha sem uma nódoa negra gigante!
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