segunda-feira, 30 de julho de 2012

Grande nóia...

... ou melhor, grande piela! Há que séculos que não apanhava uma carraspana, mas no sábado com uma garrafa de rosé no bucho e 3 mojitos a coisa deu-se.
Giro giro foi equilibrar-me nuns tacões de 7 cm e tentar ter um discurso coerente a noite toda. Aparentemente não estou tão velha assim porque ontem acordei fresca e fofa que nem uma alface enquanto que nas noites que não bebo acordo no dia seguinte a precisar de uma transfusão de sangue!
Olha, mesmo tendo falado de coisas deprimentes durante a dita camada soube-me bem a loucura :) Agora vou guardar-me para a despedida de solteira :P

sexta-feira, 27 de julho de 2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

WTF?!

A Assunção Cristas veio ao Algarve às escondidas.
O Pedro Passos Coelho está mais magro não por dificuldades financeiras ou excesso de trabalho mas porque está de dieta (sr. PM, então uma "lipo" sempre era mais fashion e dava liquidez a alguma clínica de beleza, estimulando a economia).
Os autarcas de Tavira e São Brás de Alportel têm (mais coisa menos coisa) até amanhã para fazer um levantamento o mais exacto possível de mais ou menos 26 mil hectares de terreno ardido.
É de mim ou "'tá tude má variade que um chalavar de cangrejo"?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Estou cansada, desolada com a tristeza que vejo à minha volta, com o negro que me rodeia. E estou cansada de ter dois empregos. Estou cansada do meu namorado ter dois empregos e de quase nunca o ver. Estou estafada. E ansiosa com a consulta no Santa Maria que nunca mais chega. E furiosa com a minha amiga que pediu para ninguém ir a correr visitá-la e nem me respondeu às mensagens de felicidades. Já me custa tanto lidar com a versão dela mamã, com uma criança de alguém tão próximo e ainda fico a pensar se ela realmente é alguém tão próximo já que nem responde a ninguém!
Sinto a minha sanidade mental por um fio.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"E as trevas cobriram a terra"

Este era o cenário ontem em Tavira:


Hoje de manhã estas nuvens já eram visíveis em Vila Nova de Cacela. O fogo atinge neste momento 3 concelhos, tem 4 frentes activas...
Esperemos que não tenha consequências tão nefastas quanto este fogo de 2009 em São Brás de Alportel.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Me, myself and I

Eu é que sou a gaja dos recursos humanos, eu é que sou a gaja das encomendas, eu é que sou a gaja da correspondência, das facturas, dos telefonemas e dos e-mails. Sou ainda técnica de informática, imprimo cartões, faço layouts de panfletos, caixas, pagamentos, depósitos e entregas nos correios.
Também sou a gaja que está numa associação, que tem um part-time ao fim-de-semana e está a preparar o seu casamento.
Sou ainda a gaja que neste momento está com algumas palpitações!

sábado, 14 de julho de 2012

Uma grande amiga foi mãe hoje. Ainda não fui vê-la e, na verdade, tenho um pouco de receio de ir. Tenho receio de ficar triste em vez de alegre.
Já me faz alguma confusão cruzar-me com grávidas e ouvir falar de bebés todo o tempo. Não sei se consigo encará-la com a alegria que o momento merece.
Estou triste e tenho medo de nunca engordar 25 kg, de não ter as pernas inchadas e 20 hs de trabalho de parto.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sim, burras ad eternum

Tenho andado super nostálgica. Acho que é do casamento. Não sei se é normal. Há recém-casadas que dizem que sim, há outras que não lhes faz espécie. Mas, caramba, é o meu primeiro compromisso para a VIDA. Eu encaro o enlace como uma coisa muito séria... Acho mesmo que é o caminho natural para as coisas: primeiro casamento e depois filhos, porque se não somos capazes de nos comprometermos com alguém de quem podemos eventualmente separar-nos (embora não seja essa a minha intenção), como é que nos comprometemos com uma criatura que será sempre do nosso sangue independentemente de todas as contrariedades e catástrofes que essa relação possa acarretar?
A propósito de uma dissertação da Pipoca sobre a tendência feminina para a burrice quando se trata de coisas do coração veio-me novamente à memória o meu primeiro grande amor. Lembro-me de estar tremendamente apaixonada e, por isso, fiquei ainda mais decepcionada quando ele não esteve à altura de todo o amor que eu sentia.
Fiquei angustiada, dprimida, desesperada, desolada (e um monte de outros adjectivos terríveis e tristes), mas achei que tinha de colocar um fim a uma relação que não era nada daquilo que eu sonhava para um grande amor.
Nunca fui muito virada para isto do romance nem tinha grande confiança na minha capacidade de engate, mas chegou o R. à minha vida e diz-me: "Podia perder-me no teu sorriso". E ele sempre teve jeito para palavras, mais do que o meu futuro marido que é um romântico um pouco desajeitado que acha bem roubar flores nos quintais dos vizinhos para me oferecer (e que fofo que isso é!).
Mas eu teimei em ficar presa ao passado. Sentia que estava a trair o meu amor, que ele ia cair em sí e vir pedir-me para reatar e prometer que estaria ao meu lado não só nas noitadas da universidade mas naqueles momentos mesmo merdosos. Eu acho que é isso que muita gente não entende nas mulheres. Para o sexo não precisamos de um parceiro, para isso há vibradores. Precisamos de parceiros para partilharmos as coisas que nos deixam soberbamente felizes ou estupidamente tristes ou preocupadas. E não tenho a certeza se na mente deles a coisa se processa da mesma maneira.
Enfim, eu não parecia querer uma pessoa que se perdesse no meu sorriso (e que ainda por cima era bem jeitoso). Eu queria uma pessoa que me tirava o ar de tanto desapontamento que me causava.
E o R. seguiu em frente, eu não me perdi no sorriso dele. Ontem encontrei-o depois de 7 anos e, no meio de toda a incerteza (pessoal e profissional que a coisa nesse campo também é uma incógnita) e nostalgia que me tem assaltado, fico a pensar onde é que eu estaria se não tivesse sido burra, se tivesse permitido que alguém me lambesse as feridas. Talvez estivesse exactamente no mesmo sítio, mas com uma história bonita para contar pelo meio em vez de mais um ano de choro sobre o leite derramado.
Seriam precisas 20 vidas para vivermos todas as histórias paralelas que deixámos. O meu mal é ser curiosa e querer saber sempre todos os finais. Sempre fui assim, tanto que ficava frustrada por não passarem os dois finais do Você Decide ou não passava sem ler todos os finais das histórias do Tio Patinhas em que íamos tomando as decisões pelas personagens.
Aqui estou eu com 30 anos a pensar nestas coisas e trabalho com miúdas de 17 e 18 que têm exactamente os mesmos problemas e a Pipoca fala de uma mulher de meia idade com as mesmissímas questões.
Sim, somos burras ad eternum. Não sei se os homens têm as mesmas questões, acho que eles não são muito de partilhar estas coisas ou acham que não é de macho.
O que eu gostava à séria era de não me moer com estas coisas. O que eu gostava mesmo era de ser a Samantha do "Sexo e a Cidade": uma boazona com cérebro de homem e não uma mariquinhas com palas ao lado dos olhos!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Porra que fico fodida quando percebo que o Correio da Manhã é o jornal mais lido do País com notícias como esta. E depois como não tenho acesso ao Correio da Manhã em papel faço uma busca sobre o assunto e descubro que afinal o que se passou foi isto.
Ora, o CM faz MANCHETE de uma pseudo-possibilidade avançada por um empresário (lunático) que está convicto de ter achado o corpo da Maddie no quintal de um vizinho, com uma máquina de ultrassom após ter invadido propriedade alheia.
Quando ele denuncia à PJ que acredita ter encontrado o corpo da Maddie no quintal de um vizinho após a invasão do espaço sem autorização não era caso para ter sido logo preso? Se calhar acharam que o homem era louco e deixaram-no ir... só pode!
Ai que somos tão poucochinhos! Fico mesmo deprimida quando vejo colegas prestarem-se a noticiar este tipo de coisas sem qualquer fundamento ou prova cabal!