... esta ideia.
Basicamente vamos todos mandar cartas a todos boa?!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Coisas que apetece partilhar
Ó Pedrinho, mentir é feio. Quando era miúda a minha mãe dizia que me iam cair os dentes :P
Vá lá à missa e peça penitência ao sr. padre, mas com 10 minutos a dizer aldrabices é provável que tenha de rezar um terço completo por cada promessa não cumprida.
P.S. Banda sonora para um dia chato
Vá lá à missa e peça penitência ao sr. padre, mas com 10 minutos a dizer aldrabices é provável que tenha de rezar um terço completo por cada promessa não cumprida.
P.S. Banda sonora para um dia chato
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Não há um que preste
Um amigo que integra a lista para a Assembleia de Freguesia insiste que me junte a ele. Já é a 3.ª vez que sou convidada a integrar uma lista do PSD e a 2.ª que me convidam pelo PS. Recusei sempre.
Abomino partidos, acho que são antros para o florescimento de chico-espertos e filhos de papai que pouco trabalharam na vida. Gosto particularmente de quem ingressa nas juventudes partidárias e faz todo o seu percurso profissional na função pública ou nas empresas de altos dignitários do partido.Dizem-me sempre que não tenho de me filiar, que posso ir como independente, mas não consigo deixar de pensar que ninguém lê as letras pequenas que dizem "independente" e que serei sempre associada ao partido que dá as cores ao cartaz, e associada à lista em que aceitei participar, e às mentiras e desculpas dessa lista para não fazer o que prometeu uma vez eleita.
Continuamos numa sociedade onde se mente ao eleitorado porque o eleitorado gosta de ser enganado. Mesmo percebendo que estamos na penúria, nas próximas eleições vamos votar em quem nos disser as mentiras mais bonitas, em quem prometer sair da crise e não em quem nos expuser a realidade. Por isso ninguém assume o risco de dizer a verdade.
O melhor exemplo para mim da falta de coragem da classe política a nível local prende-se com a extinção de freguesias. No meu concelho a Assembleia decidiu protestar e não cortou nenhuma. Na realidade, eles temem represálias por parte dos eleitores que virem a sua freguesia integrada noutra. Nenhum partido, nem o partido do poder, nem os da oposição, tiveram tomates de decidir quais as freguesias a extinguir para não se queixarem. Será Lisboa a decidir, sem qualquer noção de proximidade ou identidade locais.
Então eu fico na merda porque se recuso ir na lista então sou apontada como alguém que fala, fala mas na hora da verdade não se chega à frente, mas se for na lista estou a ir contra a profunda convicção de que uma lista que envolva um partido (qualquer que seja) só serve para arranjar jobs for the boys (sim, que ser presidente da junta dá direito a salário, a prestígio e a fartos banquetes).
Quando é que, nas freguesias pelo menos, toda a gente se lixa nos partidos e se une pelo bem comum? Numa lista de independentes constituída pela nata de todas as facções políticas eu gostava de entrar, mas assim é que não pá!
E entretanto, esta verborreia veio a propósito deste texto do Miguel Sousa Tavares:
Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” ? descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível. Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República.
Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos.
O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito - de há muito! - se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros?
O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente?
O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo?
A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva - sim, retroactiva - que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários.
Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos.
Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei!
Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz.
Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.
Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista ? a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia ? e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro ? isto é, a Alemanha e seus satélites ? se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam.
Não deixa de ser curioso...
... que os principais interessados em investir em empresas portuguesas, especialmente nas de comunicação social (nomeadamente a RTP e a Controlinveste), sejam angolanos.
Fomos burros quando abandonámos à sua sorte as antigas colónias, sobretudo Angola. Mesmo passando à frente a questão humanitária (o país passou da guerra colonial para a civil), as riquezas que poderíamos ter explorado se tivéssemos cedido o poder mas tivéssemos mantido uma relação de negócios saudável e cordial são imensas.
Agora podemos cair nas mãos de uma ditadura que nem sequer é nossa. Não basta a ditadura financeira em que este governo nos está a enfiar, ainda vai deixar que terceiros controlem as nossas ideias!
Já nem ponho as culpas no Relvas, que ele só lá está porque o nosso 1.º Ministro permite ou porque o Relvas tem fotografias comprometedoras do Passos Coelho num bikini sexy estilo Borat.
És fraquinho Passos, és fraquinho. Espero não me cruzar contigo em Manta Rota no próximo verão sob pena de te rogar uma forte dor de barriga. E olha que as minhas pragas costumam resultar.
Fomos burros quando abandonámos à sua sorte as antigas colónias, sobretudo Angola. Mesmo passando à frente a questão humanitária (o país passou da guerra colonial para a civil), as riquezas que poderíamos ter explorado se tivéssemos cedido o poder mas tivéssemos mantido uma relação de negócios saudável e cordial são imensas.
Agora podemos cair nas mãos de uma ditadura que nem sequer é nossa. Não basta a ditadura financeira em que este governo nos está a enfiar, ainda vai deixar que terceiros controlem as nossas ideias!
Já nem ponho as culpas no Relvas, que ele só lá está porque o nosso 1.º Ministro permite ou porque o Relvas tem fotografias comprometedoras do Passos Coelho num bikini sexy estilo Borat.
És fraquinho Passos, és fraquinho. Espero não me cruzar contigo em Manta Rota no próximo verão sob pena de te rogar uma forte dor de barriga. E olha que as minhas pragas costumam resultar.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Rescaldo do OE 2013
O Jornal de Negócios hoje é de graça. É simpático não termos de pagar para saber as más notícias apresentadas ontem pelo Vitinho.
Também achei simpático o Vitinho agradecer-nos por investirmos na educação dele. A meu ver fizemos um péssimo negócio porque aparentemente o rapaz não aprendeu nada no seu percurso académico.
Entretanto alguém devia tirar as drogas alucinogénas que o Passos e seus lacaios andam a tomar, porque só sob o efeito de drogas é que se compreende que continuem a agir assim, apesar disto:
Também achei simpático o Vitinho agradecer-nos por investirmos na educação dele. A meu ver fizemos um péssimo negócio porque aparentemente o rapaz não aprendeu nada no seu percurso académico.
Entretanto alguém devia tirar as drogas alucinogénas que o Passos e seus lacaios andam a tomar, porque só sob o efeito de drogas é que se compreende que continuem a agir assim, apesar disto:
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Red Bull Stratos
Roubei o testemunho a um amigo. Não tive oportunidade de ver o salto em directo, mas de facto quando espreitei os vídeos achei impressionante.
"Indescritível o salto "Red Bull Stratos " ... foram 6 minutos electrizantes , e outros tantos mais antes do salto..onde eu e o o meu filho Xalo colados ao ecran do computador , assistimos em directo no canal You tube este feito ( nós + milhões por o mundo fora)Quando o Felix Baumgartner tocou no chão .. a P., C., Z. e nós demos um salto de contentamento e respiramos de alivio..Happy end!Foi impressionante a cobertura televisiva e meios técnicos envolvidos...durante a subida podemos ver multicam todos os ângulos...ouvir no mais ínfimo detalhe todos os sons dentro da cápsula..respiração tudo!Apagamos as luzes cá em casa e em ecran completo ...parece que estávamos com ele dentro da cápsula ...fizemos silêncio e deixámo-nos levar por um realismo impressionante...Sorri claro, quando vi que as primeiras pessoas a chegar junto dele, não foram médicos nem militares...foram os fotógrafos e TV.Sinal dos tempos que vivemos!Não tive a oportunidade de ver o Homem a chegar à lua com o meu Pai ( óbvio não era nascido), mas tive o prazer de viver algo semelhante com o meu filho & família.Tenho a certeza que jamais esqueceremos este dia!Hoje fui (fomos) feliz(es)!"Depois de voltar do México e ter ficado extasiada com o que os Maias foram capazes de fazer fiquei deprimida porque achava que pouco restava de aventura para quem nasce nos dias de hoje. Afinal, nem que seja para bater recordes do mundo ainda há coisas brutais!
E às vezes ponho-me a pensar...
... se por milagre eu e ele pudermos ter um filho (que seja dos dois e não fruto de inseminação por dador anónimo), o que é que acontece se ainda tivermos de lidar com uma situação assim?
Monday bloody Monday
Já faz uma semana que voltei à velha rotina. Passado o stress do casamento (stress dos papás não nosso, que na realidade nunca se viram noivos mais calmos :P) e a espetacular viagem de núpcias cá estou, novamente, presa à secretária.
Isto para mim é que é stress, a perspetiva de não passar disto. Dizia-me ontem uma amiga que não podemos perder a ambição. O marido discutia que certas condicionantes (familiares, emocionais, económicas), levam-nos, invariavelmente, a ficar por onde estamos, a não ambicionarmos nada mais para não acordarmos diariamente com a frustração reprimida de que poderíamos estar noutro local qualquer onde nos sentíssemos infinitamente mais realizados profissionalmente.
O meu marido (ai, mon dieu que isto custa a dizer... onde já se viu uma jovem como eu a dizer "o meu marido"), concorda com a minha amiga, eu concordo com o marido dela que isto são muitos anos a "virar frangos", já tive a minha quota parte de projetos que ficaram pelo caminho.
Agora há um problema maior: como é que resolvo o facto de ficar irritada com tudo o que os meus colegas do escritório me dizem? É que esta malta é tão complicada que me dá coceira nas entranhas!
Entretanto, sexta-feira há consulta e enquanto não houver veredito final para me preparar psicologicamente para qualquer que seja o processo necessário para ter filhos, reduzo-me a um sentimento muito mauzinho: inveja grandinha grandinha de tudo quanto é mulher barriguda ou com carrinhos de bebé que se cruzam comigo.
Pronto, post otimista de segunda-feira efetuado! Have a nice week everyone!
Isto para mim é que é stress, a perspetiva de não passar disto. Dizia-me ontem uma amiga que não podemos perder a ambição. O marido discutia que certas condicionantes (familiares, emocionais, económicas), levam-nos, invariavelmente, a ficar por onde estamos, a não ambicionarmos nada mais para não acordarmos diariamente com a frustração reprimida de que poderíamos estar noutro local qualquer onde nos sentíssemos infinitamente mais realizados profissionalmente.
O meu marido (ai, mon dieu que isto custa a dizer... onde já se viu uma jovem como eu a dizer "o meu marido"), concorda com a minha amiga, eu concordo com o marido dela que isto são muitos anos a "virar frangos", já tive a minha quota parte de projetos que ficaram pelo caminho.
Agora há um problema maior: como é que resolvo o facto de ficar irritada com tudo o que os meus colegas do escritório me dizem? É que esta malta é tão complicada que me dá coceira nas entranhas!
Entretanto, sexta-feira há consulta e enquanto não houver veredito final para me preparar psicologicamente para qualquer que seja o processo necessário para ter filhos, reduzo-me a um sentimento muito mauzinho: inveja grandinha grandinha de tudo quanto é mulher barriguda ou com carrinhos de bebé que se cruzam comigo.
Pronto, post otimista de segunda-feira efetuado! Have a nice week everyone!
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