Adoro isto pá... Adoro este homem! Adoro ainda mais ver os meus colegas de trabalho a imitarem isto. HAHAHAHA... estou a rir desde ontem à noite!!!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Estive um bocado sentada a apreciar a vista. É linda. Talvez a foto não lhe faça jus. Ainda por cima hoje está um sol espetacular.
Ontem estive no café, com os vizinhos a ver a bola. Ligou-me a A. através do facetime. Cuscámos um bocado, a filhota dela fez-me adeus. O maridinho chegou, viu o resto do jogo e bebeu um medronho da terra. Coisa boa, dizem. Eu, nem posso com o cheiro, mas se provei tequilla também sou mulher para provar medronho.
Sábado há festa dos miúdos, fiquei de encenar, a história do Natal com os mais velhinhos. Também há música e as amigas todas vão lá estar porque somos todas catequistas. Vai ser uma noite divertida.
Vou ter saudades de tudo isto sem dúvida, mas estou a um passo de deixar isto tudo de lado porque aguentar o poder institucionalizado está a tornar-se insuportável.
No espaço de um ano tornei-me alvo de perseguição de uma empresa municipal por ter feito uma reclamação, vi amigos irem embora da terra porque não há onde construir casas, ouvi bocas do presidente da junta (que deve ser a favor da desertificação do interior) por ter feito uma casa na terra pelo que não tinha nada que me preocupar com os outros, vi amigos chorarem pelas suas terras queimadas por desorganização da proteção civil, ouvi centenas de vezes as notícias de mais famílias em necessidade, ao mesmo tempo que vi, no concelho onde trabalho, mais uma obra megalómana de uma estrada no interior, que serve meia dúzia de pessoas, enquanto a estrada principal está completamente esburacada.
Pagar uma fatura que não é minha é o menos. Sempre aprendi que a história da humanidade é feita de altos e baixos. Mas sentir que ainda tenho de agradecer às altas autoridades pela vida de merda que estão a proporcionar aos seus cidadãos é demais.
Os senhores da empresa municipal estão a fazer-me um favor por me cobrarem esgotos e água, o presidente da junta faz-me o favor de dispensar parte do seu precioso tempo para me governar, a polícia faz o favor de me cobrar multas.
As instituições deste país começam a sufocar-me. Só vejo dinheiro a ser jogado fora com tanta gente a passar por dificuldades imensas.
Neste momento queria ganhar o euromilhões para poder ser como o avô dos meus primos. Ele era rico, então gostava de ver as pessoas fazerem-lhe todas as vontades só para tentarem que caísse alguma coisa do bolso. Gostava de ter dinheiro para baixar a soberba de algumas pessoas que ainda não perceberam que devem servir o povo e não ser servidos pelo povo.
Vou ter saudades, mas acho que vou dormir mais tranquila quando conseguir ir embora. Este país não é para novos!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Há alturas em que me sinto bipolar. Até estava animadita ontem à tarde. Ia ter jantar com amigos, sai cedo do trabalho...
Mas cheguei a casa e dei com a mãe preocupada com o rumo do negócio da família, que ela não quer fechar porque deu muito trabalho a começar. E vejo-a cansada e gostava de fazer alguma coisa para que ela não andasse nervosa, mas não sei por onde começar.
E chegam as amigas e duas têm filhas e a outra está grávida e só falam disso e eu não posso engravidar e o jantar divertido com as amigas torna-se mais doloroso do que divertido.
E hoje entro no facebook e pela primeira vez dou com comentários de Descansa em Paz no mural de um amigo de uma amiga e fico a pensar: realmente, e se eu morresse agora o que é que sobrava? O meu mural no facebook para deixarem comentários? E esse mural ia perdurar por mais quantos anos? Até que o próprio do facebook o encerrasse por falta de atividade? E se ele não desaparecesse? Seria curioso talvez daqui a 20 anos alguém dar com aquilo e pensar quem eu teria sido, como quando damos com fotos dos nossos pais muito novos em farra com os amigos e ficamos a ponderar quem seriam essas pessoas.
Esta merda de sermos mortais e termos sentimentos é uma grande chatice.
Mas cheguei a casa e dei com a mãe preocupada com o rumo do negócio da família, que ela não quer fechar porque deu muito trabalho a começar. E vejo-a cansada e gostava de fazer alguma coisa para que ela não andasse nervosa, mas não sei por onde começar.
E chegam as amigas e duas têm filhas e a outra está grávida e só falam disso e eu não posso engravidar e o jantar divertido com as amigas torna-se mais doloroso do que divertido.
E hoje entro no facebook e pela primeira vez dou com comentários de Descansa em Paz no mural de um amigo de uma amiga e fico a pensar: realmente, e se eu morresse agora o que é que sobrava? O meu mural no facebook para deixarem comentários? E esse mural ia perdurar por mais quantos anos? Até que o próprio do facebook o encerrasse por falta de atividade? E se ele não desaparecesse? Seria curioso talvez daqui a 20 anos alguém dar com aquilo e pensar quem eu teria sido, como quando damos com fotos dos nossos pais muito novos em farra com os amigos e ficamos a ponderar quem seriam essas pessoas.
Esta merda de sermos mortais e termos sentimentos é uma grande chatice.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
É Natal...
Ainda não entrei no espírito natalício. Nem sequer montei a árvore de Natal. Mas hoje, só para ver se a coisa pega, escolhi uma toilette (chique bem, o francesismo aqui pelo meio) muito dentro da época.
Merry christmas!
Merry christmas!
O facebook tem um lado muito perverso, o lado da conservação da memória. Colocamos lá fotos que estão sempre disponíveis para revermos nos álbuns. E às vezes dá-nos a parvoíce e vamos ver as fotos e está tudo tramado.
Numa altura que não espero nada da vida, rever fotos de há alguns anos causa-me uma saudade de dar ânsias no estômago.
Mas daqui a bocado passa. É só deixar-me de facebooks e o camandre e dedicar-me às faturas à minha frente que é algo muito mais catita sem sombra de dúvidas!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Notes to self
Tinha alguma esperança que as postas de pescada que o Zé Povinho vai mandando nos facebooks, blogs e twiters desta vida abrissem os olhos aos nossos governantes, mas não, continuam a chupar-nos os ossinhos. Note to Self: emigrar para a Antártica antes que dê em maluca.
Já choveu, está menos frio e um solzinho agradável. Apetecia-me mesmo ficar em casa a tratar da roupa e do jardim.
Note to Self: vai mas é trabalhar malandra para saíres cedo e ires para casa ver o último episódio da Avenida Brasil que à noite já não dá para tratar do jardim.
Eu, que sou tão natalícia, ainda não montei a árvore de Natal. Acho que não há espírito. Ora porra, se até um dos reis magos anda a meter a manápula nas prendas do menino Jesus como é que uma pessoa há-de entrar no modo Natal.
Note to Self: montar a árvore de Natal e o presépio antes do dia de Reis.
Já choveu, está menos frio e um solzinho agradável. Apetecia-me mesmo ficar em casa a tratar da roupa e do jardim.
Note to Self: vai mas é trabalhar malandra para saíres cedo e ires para casa ver o último episódio da Avenida Brasil que à noite já não dá para tratar do jardim.
Eu, que sou tão natalícia, ainda não montei a árvore de Natal. Acho que não há espírito. Ora porra, se até um dos reis magos anda a meter a manápula nas prendas do menino Jesus como é que uma pessoa há-de entrar no modo Natal.
Note to Self: montar a árvore de Natal e o presépio antes do dia de Reis.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
PPC e o desemprego
Pedro Passos Coelho sobre o desemprego jovem: "eu sei que custa muito. O desemprego jovem é uma brutalidade."
Nisto até acredito no PPC. Também ele foi um jovem desempregado com dificuldades. Às tantas pensou: eu não chego a lado nenhum mostrando apenas o meu magnífico CV com toda a minha experiência profissional e conhecimento. Vou mas é pedir ajuda a um amigo.
E após isto, com uns trinta e tal anos, lá arranjou um empregozinho como administrador numa empresazita de um amigo.
Estou tão mais descansada porque o sr. PM compreende o desemprego jovem!
Nisto até acredito no PPC. Também ele foi um jovem desempregado com dificuldades. Às tantas pensou: eu não chego a lado nenhum mostrando apenas o meu magnífico CV com toda a minha experiência profissional e conhecimento. Vou mas é pedir ajuda a um amigo.
E após isto, com uns trinta e tal anos, lá arranjou um empregozinho como administrador numa empresazita de um amigo.
Estou tão mais descansada porque o sr. PM compreende o desemprego jovem!
Do Amor
O Amor é mágico e é trágico e é tão abrangente e tão diferente e tão tudo. O Amor dói sempre no peito e na alma. Dói quando estamos muito felizes porque parece que o ar vai faltar e dói quando estamos muito tristes porque parece que o ar vai faltar.
Dói sempre caramba: quando o temos porque temos medo de o perder talvez, e quando não o temos porque já o perdemos ou porque não o alcançámos.
E o Amor não se tem só por um gajo, isso é que é pior. Se só doesse por UMA pessoa era como outra. Mas dói pelo pai, pela mãe, pelos avós, pelos amigos, pelo canário, pelo cão, pelo miúdo que nunca viu o mar que vemos numa reportagem, pela mãe com o filho doente.
Quem muito ama sofre mais acho eu... Mas também ri mais acho eu!
Será?! Epá, não sei...
E isto veio a propósito do Alvim que acha que o Amor é como descascar uma maçã. E é. E o Amor também é como cortar as unhas. Se amamos alguém quando essa pessoa está a cortar as unhas então amamos essa pessoa sempre. Há lá coisa menos interessante que ver alguém a cortar as unhacas? Se amamos os amigos e o gajo e a mãe e o pai quando eles cortam as unhacas então amamos mesmo.
E isso lembra-me que fui pedida em casamento quando acordei: descabelada, com ramelas nos olhos e com aquele fantástico hálito matinal. Então amar também é como acordar. Se amamos alguém quando essa pessoa acorda então amamos sempre certo?
O Amor é tão simples, só acho que as pessoas não amam mais porque dói sempre e ninguém gosta muito de coisas que doem. Toda a gente gosta mais de coisas que não doem!
Algarve mai' lindo
Tanta coisa boa no nosso Algarve e às vezes nem damos por isso.
Neste guia de viagem do Sunday Times recomendam-se hotéis em Paris, Suiça, Nova Iorque, Chicago, Mallorca e... Santo Estêvão!
Coisa mai' boa :D
Neste guia de viagem do Sunday Times recomendam-se hotéis em Paris, Suiça, Nova Iorque, Chicago, Mallorca e... Santo Estêvão!
Coisa mai' boa :D
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