quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Estou com muito frio, pouca paciência e nenhuma vontade de fazer o que quer que seja de útil e já tenho uma que não sabe onde tem a mão direita a chatear os cornos para fazer o trabalho dela!!! Há gente com grande lata graças a Deus, que isto sem mamões não ia a lugar nenhum.
Tu queres mudar de trabalho filha, mas digo-te já, ou arranjas lugar como assessora de algum político ou estás na merda porque na maior parte dos sítios tens de dar ao litro.
Posto isto apetece-me mandar toda a gente para a real merda por estas bandas hoje.
Pelas bandas cibernéticas, considerando que nenhum de vós me pediu favores antes das 10h da manhã, tenham um bom dia!!!
Tu queres mudar de trabalho filha, mas digo-te já, ou arranjas lugar como assessora de algum político ou estás na merda porque na maior parte dos sítios tens de dar ao litro.
Posto isto apetece-me mandar toda a gente para a real merda por estas bandas hoje.
Pelas bandas cibernéticas, considerando que nenhum de vós me pediu favores antes das 10h da manhã, tenham um bom dia!!!
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Eu kurto bué da língua portuguesa, é que goxtuh mexmu bué!
Epá, quem é contra o acordo ortográfico porque desvirtua a língua portuguesa ou o camandro, devia passar umas horas nas escolas portuguesas. Desde os miúdos da geração sms aos graúdos que fugiram da escola e agora andam por aí nas novas oportunidades e nas novas oportunidades, o panorama é terrível: as pessoas estão próximas do analfabetismo.
Ler coisas como "fizes-te", "ouvis-te", "goxtuh", "quelientes" ou "caneka" é algo que me mata um bocadinho todos os dias. Mais grave ainda é termos um sistema de formação profissional que permite que alguém possa ser formador sem saber escrever (nem que seja formador de mecânica, se vai dar aulas, passar projecções, corrigir testes, então tem de saber escrever).
Caminhamos para a ignorância. Não saber escrever na era de todas as tecnologias é estarmos um passo mais próximos de nos tornarmos seres acéfalos. Sem a escrita e sem a leitura, com máquinas que fazem tudo por nós (até pensam por nós), onde é que vamos parar?
Ler coisas como "fizes-te", "ouvis-te", "goxtuh", "quelientes" ou "caneka" é algo que me mata um bocadinho todos os dias. Mais grave ainda é termos um sistema de formação profissional que permite que alguém possa ser formador sem saber escrever (nem que seja formador de mecânica, se vai dar aulas, passar projecções, corrigir testes, então tem de saber escrever).
Caminhamos para a ignorância. Não saber escrever na era de todas as tecnologias é estarmos um passo mais próximos de nos tornarmos seres acéfalos. Sem a escrita e sem a leitura, com máquinas que fazem tudo por nós (até pensam por nós), onde é que vamos parar?
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Weeeee...kend
Querido fim-de-semana, ainda bem que estás quase a chegar. Nem sabes como sinto a tua falta pá. Que semana esgotante. Tão esgotante, tão esgotante que acabei de me ausentar 10 minutos do escritório para passar pelas brasas no WC.
Imaginem se algum dia chego a engravidar. Dizem que as mulheres de esperanças (assim chama a chefona a quem está grávida) têm muito sono. Eu não consigo nem imaginar como é ter ainda mais sono do que aquele que habitualmente já tenho!
De qualquer maneira falta 1h27m para o meu fim de semana e sensivelmente 2 hs para a minha demonstração da Bimby. E, neste momento, nada me faria mais feliz que já ir a caminho de casa para enfiar um avental pela mona e fazer comida num robot de cozinha.
Ao que chega a vida de uma pessoa senhores: ainda ontem era uma adolescente rebelde e hoje o meu sonho é estender roupa e fazer comida!!!
Imaginem se algum dia chego a engravidar. Dizem que as mulheres de esperanças (assim chama a chefona a quem está grávida) têm muito sono. Eu não consigo nem imaginar como é ter ainda mais sono do que aquele que habitualmente já tenho!
De qualquer maneira falta 1h27m para o meu fim de semana e sensivelmente 2 hs para a minha demonstração da Bimby. E, neste momento, nada me faria mais feliz que já ir a caminho de casa para enfiar um avental pela mona e fazer comida num robot de cozinha.
Ao que chega a vida de uma pessoa senhores: ainda ontem era uma adolescente rebelde e hoje o meu sonho é estender roupa e fazer comida!!!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Obrigada...
...Joana Fernandes. O postal chegou pelos Reis, mas sou um bocado desnaturada e só agora é que o fotografei. Gostei muito :D
Nunca vi...
...tamanha concentração de tias por metro quadrado como agora na sala da chefa! HELP...Parece uma invasão de Pépas (não desfazendo da moça que acho que ela pode gastar o dinheiro dela onde quiser).
Felicidário
Dei com isto através do blog do Alvim. É delicioso. E simples. E devíamos ser felizes assim sempre. Acho que aquele felicidário não é só para a 3.ª idade.
Por mim, até agora, o felicidário melhor é este aqui em baixo. Porque adorei os Maias e porque poder ler um bom livro é sempre motivo de alegria.
Por mim, até agora, o felicidário melhor é este aqui em baixo. Porque adorei os Maias e porque poder ler um bom livro é sempre motivo de alegria.

É oficial...
... gosto desta música à brava:
... e vou começar a traduzir o meu CV para francês e tentar emigrar para a Suiça porque gosto mais de temperaturas de -10ºC do que dos novos chefes.
Posto isto: Bom dia Alegrias!!!! HAHAHAHAH
... e vou começar a traduzir o meu CV para francês e tentar emigrar para a Suiça porque gosto mais de temperaturas de -10ºC do que dos novos chefes.
Posto isto: Bom dia Alegrias!!!! HAHAHAHAH
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
OMG
Oh My God é a expressão perfeita para o começo do dia de hoje. Chego de um fim-de-semana OMG de tão bom para um dia OMG de tão surreal em menos de 5 minutos que passei sentada na secretária.
O fim-de-semana teve muitos ilvicos e vichs e lenços ranhosos e trabalho, mas também teve um passeio a Sagres para ver a "mana" e o "sobrinho" - que é só o protótipo do pestinha que conhecemos do filme - e boa comida e passeio na praia e meia hora de conversa com a outra "mana" que espero visitar muito em breve.
Foi sem dúvida um fim-de-semana OMG.
O fim-de-semana teve muitos ilvicos e vichs e lenços ranhosos e trabalho, mas também teve um passeio a Sagres para ver a "mana" e o "sobrinho" - que é só o protótipo do pestinha que conhecemos do filme - e boa comida e passeio na praia e meia hora de conversa com a outra "mana" que espero visitar muito em breve.
Foi sem dúvida um fim-de-semana OMG.
Ora, chego ao trabalho e passo de um fim-de-semana OMG para um dia OMG parvo. A nova querida cá do sítio chega e diz-me logo que comeu os quatro iogurtes que deixei no frigorífico mas que vai comprar-me outros (então não vai), que teve um fim-de-semana HO-RRO-RO-SO (ler carregando bem nas sílabas e fazendo as pausas certas), e que tenho de ajudá-la com uma folha excel (ou seja, tenho de fazê-la basicamente). Tudo isto teria mais piada se pudessem ouvir a senhora falar... Epá, como se diz pelo sul, não posso com a sra. nem com molho de tomate! O sentimento aparentemente é generalizado, já que a governanta geral entrou aqui completamente histérica mesmo agora com 328 reclamações a propósito do síndrome de tia da sra. :D
Prevêem-se tempos estranhos HAHAHAHAHAHAHA!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Feliz ano quê... parte 2
A minha nova chefe trouxe com ela uma constipação daquelas de espirrar sempre de seguida, assoar-me como se não houvesse amanhã e ficar com o nariz mais vermelho que o Batatinha.
Mas pior que isso, a nova chefe trouxe com ela um sotaque insuportável de tia de Cascais e ideias novas. As ideias novas são bem vindas claro está, mas difíceis de implementar sem dinheiro e com a premente necessidade de pagar salários.
E a nova chefe está sempre a dizer-nos: "mande os mapas p'a Lesboa", "Lesboa sabe destas estatísticas", "preciso dar respostas a Lesboa". Faz-me sentir como uma parola ignorante desterrada nos cafundós de Portugal, que não sei pensar sem perguntar a "Lesboa".
Uma semana depois de conhecer a criatura não posso com ela, mas as pessoas às vezes surpreendem-nos não é verdade?
Eu gostava de ser surpreendida pela positiva, mas estou na fase São Tomé da vida: só acredito vendo!
Mas pior que isso, a nova chefe trouxe com ela um sotaque insuportável de tia de Cascais e ideias novas. As ideias novas são bem vindas claro está, mas difíceis de implementar sem dinheiro e com a premente necessidade de pagar salários.
E a nova chefe está sempre a dizer-nos: "mande os mapas p'a Lesboa", "Lesboa sabe destas estatísticas", "preciso dar respostas a Lesboa". Faz-me sentir como uma parola ignorante desterrada nos cafundós de Portugal, que não sei pensar sem perguntar a "Lesboa".
Uma semana depois de conhecer a criatura não posso com ela, mas as pessoas às vezes surpreendem-nos não é verdade?
Eu gostava de ser surpreendida pela positiva, mas estou na fase São Tomé da vida: só acredito vendo!
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