Hoje é sobre famílias disfuncionais. As histórias são muitas e muito diferentes, mas algumas fazem-me confusão: toxicodependentes, portadores de HIV, pais que têm as crianças só para os maltratarem, pessoas que já estão a passar fome e basta abrirem as pernas e pumba, sai um moço... Se na família houver amor, atenção aos filhos, carinho e as mínimas condições então façam moços, precisamos de quem nos pague as reformas. Caso contrário, não sei qual é a solução. As crianças acabam por ir para instituições mas ficam tão mal quanto estavam em casa porque não têm quaisquer laços familiares.
E no meio de todas as histórias que passaram no programa, de tantas realidades, eu gostava de 2 coisas: ter um puto meu para saber o que é parir que é daquelas coisas que não consigo imaginar a não acontecer ao mesmo tempo que me pelo de medo porque considerando que a conceção está a ser tão difícil, parir e educar uma criança deve ser ainda pior; e ganhar o euromilhões para construir mais umas 538 aldeias SOS onde as crianças institucionalizadas pudessem ter uma vida um pouco mais próxima da realidade de uma família normal!
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