Mostrar mensagens com a etiqueta politiquices. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta politiquices. Mostrar todas as mensagens

domingo, 10 de março de 2013

Acho que esta malta não tem noção. Indignados contra quê?
É claro que uma pessoa que coloca a bitola do seu estilo de vida em gastos de 20 mil euros mensais não vive logo bem só com 18 mil, mas caramba, troca a mansão por uma casa mais pequena, fica em hotéis de 4 estrelas em vez de 5, evita comprar mais uns fatos Armani que os que têm no armário já chegam...
Palmas para o Senhor que os calou. Também ganha 1.500,00€ mas ao menos não foi queixar-se, foi roubar-lhes a atenção, foi calá-los.


quinta-feira, 7 de março de 2013

Eu também gostava de continuar em Portugal, também não sei bem porquê, mas gostava. Mas sou casada e, como tal, as decisões são tomadas a dois. E como ele está infeliz neste cantinho à beira-mar plantado, para já, ele vai embora e eu fico. O problema é que o coração fica mirradinho tanto por ficar, porque fico sem ele, como por partir, porque tenho de abandonar o que é meu, a minha casa, o meu país, os meus amigos, tudo o que me é caro e familiar e me faz sorrir.
E os filhos da prostituta que me colocam (e a tantos como eu) nesta situação continuam impávidos e serenos a discutir o sexo dos anjos na Assembleia da República.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Só mais uma pergunta...

... que me anda moendo há uns dias: a quem é que o Macário terá pisado os calos?
Independentemente de gostar ou não do senhor, há tanta roubalheira, intrujice e aldrabice no sistema político e governativo português e este perde o mandato actual, referente a acontecimentos passados, por ter aprovado 2 ou 3 piscinas à margem da lei (ou algo que se pareça). Tenho em crer que em IMI essas casas com piscina devem render alguma coisa não?

Ai Macário, chateaste alguém importante pá!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Estava a ficar confusa sobre o que se estaria a passar com tanta informação díspar. Afinal é simples: portugueses contra portugueses!
Devíamos estar todos do mesmo lado... E o mais engraçado é que quem anda por ali acha que tem livre arbítrio, escolheu estar ali. Qual quê: os manifestantes foram "incentivados" por um daqueles diabinhos que aparecem no ombro nos cartoons, chamados sindicatos, e os polícias pelo diabinho chamado "governo". 
Enquanto andamos à palmada cheira-me que alguns andam a encher um pouco mais os bolsos, a Angela deve estar a jantar que na Alemanha é mais uma hora, o Paulo Portas é capaz de estar num sarau literário (tem cara disso), o Passos Coelho a contar as calorias da dieta e o Aníbal a contar os trocados para ver se chega ao fim do mês.
Ontem comentava uma amiga que o Presidente da República tem andado muito calado. A malta é mesmo má língua, então na segunda-feira ele apareceu na TV a explicar à Merkel que a sala onde estavam reunidos era o antigo quarto do rei :D

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O discurso da discórdia

Ainda não tinha ouvido o discurso da Isabel Jonet, mas do que tinha ouvido falar até me parecia um discurso compreensível para alguém que lida com a fome há décadas.
Através do Banco Alimentar, Isabel Jonet conheceu, com certeza, pessoas com dificuldades desde sempre, que nasceram na pobreza. Agora depara-se, cada vez mais, com pessoas da classe média que de repente ficaram sem nada. Uma classe média que podia ter feito as suas poupanças.
Não concordo quando ela diz que se viveu acima das possibilidades, mas concordo quando ela diz que o consumismo em que se viveu era dispensável.
Eu própria passei uma infância remediada. Então, quando arranjei o meu primeiro emprego de verão gastei o dinheiro todo no que me apeteceu: uma máquina fotográfica, roupa, saídas. Se soubesse o que sei hoje, tinha poupado esse dinheiro.
Já o disse e repito: adoro ir comer fora, adoro massagens, adoro viajar. Desde que as dificuldades começaram reduzi drasticamente estes pequenos prazeres porque tenho de pagar o gasóleo para ir trabalhar, tenho de comprar comida e pagar a casa. Só rezo para manter o meu emprego e poder ter a possibilidade de pagar estas despesas.
Acho que a Jonet tem razão quando fala nos concertos: é claro que ser músico é um trabalho como outro qualquer, mas em Portugal o que esgota são concertos de grandes estrelas internacionais que custam de 60€ para cima e não as salas com concertos a 10 ou 15€ de artistas portugueses.
Esgotam jogos de futebol cujos bilhetes custam de 60€ para cima com equipas como o Barcelona ou o Manchester e não jogos da divisão B que às vezes são de borla.
Não devemos abdicar dos pequenos prazeres de vez em quando, mas há anos que vejo pessoas que recebem o salário mínimo com telemóveis de última geração a comer todos os dias no café e a queixarem-se que o dinheiro não chega ao fim do mês.
Por isso há muitas partes do discurso da Jonet que não me chocam. Regra geral quando nos ofendemos muito com alguma coisa é porque a "carapuça serviu". Acho que há que ver o contexto em que foi dito e talvez interrogarmo-nos sobre as experiências que ela viveu no BA para proferir aquelas declarações.
Já com o Governo a fazer declarações daquele calibre (como já fizeram) não sou tão benevolente porque as ajudas de custo continuam altíssimas, os subsídios para tudo e mais umas botas também, as subvenções aos partidos mantém-se, funcionários incompetentes não são despedidos para dar lugar a pessoas com verdadeira competência para os cargos, os favores ao nível da administração local não acabam, e o Relvas nem quer saber se continuam a dizer que ele comprou a licenciatura e mantém-se como ministro sem ter vergonha nenhuma na cara. Isto é que me dá volta ao estômago e não as declarações da Isabel Jonet!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Acabei de recusar um convite para integrar uma lista de uma junta de freguesia. E custou-me para caraças. Mas pensar que podia estar envolvida em teias de interesses que integram os meandros da política revoltou-me as entranhas. E isso foi mais forte do que a vontade de trabalhar para o bem da minha freguesia.
Resta-me agora ficar 4 anos calada, sem apontar nem um dedo a algo que não foi feito porque não quis ajudar à mudança. Também não quis ajudar à mudança porque, sinceramente, não vejo mudança possível!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Coisas que apetece partilhar

Ó Pedrinho, mentir é feio. Quando era miúda a minha mãe dizia que me iam cair os dentes :P
Vá lá à missa e peça penitência ao sr. padre, mas com 10 minutos a dizer aldrabices é provável que tenha de rezar um terço completo por cada promessa não cumprida.



P.S. Banda sonora para um dia chato




segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Não há um que preste

Um amigo que integra a lista para a Assembleia de Freguesia insiste que me junte a ele. Já é a 3.ª vez que sou convidada a integrar uma lista do PSD e a 2.ª que me convidam pelo PS. Recusei sempre.
Abomino partidos, acho que são antros para o florescimento de chico-espertos e filhos de papai que pouco trabalharam na vida. Gosto particularmente de quem ingressa nas juventudes partidárias e faz todo o seu percurso profissional na função pública ou nas empresas de altos dignitários do partido.
Dizem-me sempre que não tenho de me filiar, que posso ir como independente, mas não consigo deixar de pensar que ninguém lê as letras pequenas que dizem "independente" e que serei sempre associada ao partido que dá as cores ao cartaz, e associada à lista em que aceitei participar, e às mentiras e desculpas dessa lista para não fazer o que prometeu uma vez eleita.
Continuamos numa sociedade onde se mente ao eleitorado porque o eleitorado gosta de ser enganado. Mesmo percebendo que estamos na penúria, nas próximas eleições vamos votar em quem nos disser as mentiras mais bonitas, em quem prometer sair da crise e não em quem nos expuser a realidade. Por isso ninguém assume o risco de dizer a verdade.
O melhor exemplo para mim da falta de coragem da classe política a nível local prende-se com a extinção de freguesias. No meu concelho a Assembleia decidiu protestar e não cortou nenhuma. Na realidade, eles temem represálias por parte dos eleitores que virem a sua freguesia integrada noutra. Nenhum partido, nem o partido do poder, nem os da oposição, tiveram tomates de decidir quais as freguesias a extinguir para não se queixarem. Será Lisboa a decidir, sem qualquer noção de proximidade ou identidade locais.
Então eu fico na merda porque se recuso ir na lista então sou apontada como alguém que fala, fala mas na hora da verdade não se chega à frente, mas se for na lista estou a ir contra a profunda convicção de que uma lista que envolva um partido (qualquer que seja) só serve para arranjar jobs for the boys (sim, que ser presidente da junta dá direito a salário, a prestígio e a fartos banquetes).
Quando é que, nas freguesias pelo menos, toda a gente se lixa nos partidos e se une pelo bem comum? Numa lista de independentes constituída pela nata de todas as facções políticas eu gostava de entrar, mas assim é que não pá!

E entretanto, esta verborreia veio a propósito deste texto do Miguel Sousa Tavares:

Como caixa de ressonância daqueles que de quem é porta-voz (tendo há muito deixado de ter voz própria), o presidente da Comissão Europeia, o português Durão Barroso, veio alinhar-se com os conselhos da troika sobre Portugal: não há outro caminho que não o de seguir a “solução” da austeridade e acelerar as “reformas estruturais” ? descer os custos salariais, liberalizar mais ainda os despedimentos e diminuir o alcance do subsídio de desemprego. Que o trio formado pelo careca, o etíope e o alemão ignorem que em Portugal se está a oferecer 650 euros de ordenado a um engenheiro electrotécnico falando três línguas estrangeiras ou 580 euros a um dentista em horário completo é mais ou menos compreensível para quem os portugueses são uma abstracção matemática. Mas que um português, colocado nos altos círculos europeus e instalado nos seus hábitos, também ache que um dos nossos problemas principais são os ordenados elevados, já não é admissível. Lembremo-nos disto quando ele por aí vier candidatar-se a Presidente da República. 
Deixemos os grandes senhores da Europa entregues à sua irrecuperável estupidez e detenhamo-nos sobre o nosso pequeno e infeliz exemplo, que nos serve para perceber que nada aconteceu por acaso, mas sim porque umas vezes a incompetência foi demasiada e outras a inocência foi de menos. 
O que podemos nós pensar quando o ex-ministro Teixeira dos Santos ainda consegue jurar que havia um risco sistémico de contágio se não se nacionalizasse aquele covil de bandidos do BPN? Será que todo o restante sistema bancário também assentava na fraude, na evasão fiscal, nos negócios inconfessáveis para amigos, nos bancos-fantasmas em Cabo Verde para esconder dinheiro e toda a restante série de traficâncias que de há muito - de há muito! - se sabia existirem no BPN? E como, com que fundamento, com que ciência, pode continuar a sustentar que a alternativa de encerrar, pura e simplesmente, aquele vão de escada “faria recuar a economia 4%”? Ou que era previsível que a conta da nacionalização para os contribuintes não fosse além dos 700 milhões de euros? 
O que poderemos nós pensar quando descobrimos que à despesa declarada e à dívida ocultada pelo dr. Jardim ainda há a somar as facturas escondidas debaixo do tapete, emitidas pelos empreiteiros amigos da “autonomia” e a quem ele prometia conseguir pagar, assim que os ventos de Lisboa lhe soprassem mais favoravelmente? 
O que poderemos nós pensar quando, depois de tantos anos a exigir o fim das SCUT, descobrimos que, afinal, o fim das auto-estradas sem portagens ainda iria conseguir sair mais caro ao Estado? Como poderíamos adivinhar que havia uns contratos secretos, escondidos do Tribunal de Contas, em que o Estado garantia aos concessionários das PPP que ganhariam sempre X sem portagens e X+Y com portagens? Mas como poderíamos adivinhá-lo se nos dizem sempre que o Estado tem de recorrer aos serviços de escritórios privados de advocacia (sempre os mesmos), porque, entre os milhares de juristas dos quadros públicos, não há uma meia dúzia que consiga redigir um contrato em que o Estado não seja sempre comido por parvo? 
A troika quer reformas estruturais? Ora, imponha ao Governo que faça uma lei retroactiva - sim, retroactiva - que declare a nulidade e renegociação de todos os contratos celebrados pelo Estado com privados em que seja manifesto e reconhecido pelo Tribunal de Contas que só o Estado assumiu riscos, encaixou prejuízos sem correspondência com o negócio e fez figura de anjinho. A Constituição não deixa? Ok, estabeleça-se um imposto extraordinário de 99,9% sobre os lucros excessivos dos contratos de PPP ou outros celebrados com o Estado. Eu conheço vários. 
Quer outra reforma, não sei se estrutural ou conjuntural, mas, pelo menos, moral? Obrigue os bancos a aplicarem todo o dinheiro que vão buscar ao BCE a 1% de juros no financiamento da economia e das empresas viáveis e não em autocapitalização, para taparem os buracos dos negócios de favor e de influência que andaram a financiar aos grupos amigos. 
Mais uma? Escrevam uma lei que estabeleça que todas as empresas de construção civil, que estão paradas por falta de obras e a despedir às dezenas de milhares, se possam dedicar à recuperação e remodelação do património urbano, público ou privado, pagando 0% de IRC nessas obras. Bruxelas não deixa? Deixa a Holanda ter um IRC que atrai para lá a sede das nossas empresas do PSI-20, mas não nos deixa baixar parte dos impostos às nossas empresas, numa situação de emergência? OK, Bruxelas que mande então fechar as empresas e despedir os trabalhadores. Cumpra-se a lei! 
Outra? Proíbam as privatizações feitas segundo o modelo em moda, que consiste em privatizar a parte das empresas que dá lucro e deixar as “imparidades” a cargo do Estado: quem quiser comprar leva tudo ou não leva nada. E, já agora, que a operação financeira seja obrigatoriamente conduzida pela Caixa Geral de Depósitos (não é para isso que temos um banco público, por enquanto?). O quê, a Caixa não tem vocação ou aptidão para isso? Não me digam! Então, os administradores são pagos como privados, fazem negócios com os grandes grupos privados, até compram acções dos bancos privados e não são capazes de fazer o que os privados fazem? E, quanto à engenharia jurídica, atenta a reiterada falta de vocação e de aptidão dos serviços contratados em outsourcing para defenderem os interesses do cliente Estado, a troika que nos mande uma equipa de juristas para ensinar como se faz. 
Tenho muitas mais ideias, algumas tão ingénuas como estas, mas nenhumas tão prejudiciais como aquelas com que nos têm governado. A próxima vez que o careca, o etíope e o alemão cá vierem, estou disponível para tomar um cafezinho com eles no Ritz. Pago eu, porque não tenho dinheiro para os juros que eles cobram se lhes ficar a dever.
Durão Barroso é uma espécie de cata-vento da impotência e incompetência dos dirigentes europeus. Todas as semanas ele cheira o vento e vira-se para o lado de onde ele sopra: se os srs. Monti, Draghi, Van Rompuy se mostram vagamente preocupados com o crescimento e o emprego, lá, no alto do edifício europeu, o cata-vento aponta a direcção; se, porém, na semana seguinte, os mesmos senhores mais a srª Merkel repetem que não há vida sem austeridade, recessão e desemprego, o cata-vento vira 180 graus e passa a indicar a direcção oposta. Quando um dia se fizer a triste história destes anos de suicídio europeu, haveremos de perguntar como é que a Europa foi governada e destruída por um clube fechado de irresponsáveis, sem uma direcção, uma ideia, um projecto lógico. Como é que se começou por brincar ao directório castigador para com a Grécia para acabar a fazer implodir tudo em volta. Como é que se conseguiu levar a Lei de Murphy até ao absoluto, fazendo com que tudo o que podia correr mal tivesse corrido mal: o contágio do subprime americano na banca europeia, que era afirmadamente inviável e que estoirou com a Islândia e a Irlanda e colocou a Inglaterra de joelhos; a falência final da Grécia, submetida a um castigo tão exemplar e tão inteligente que só lhe restou a alternativa de negociar com as máfias russas e as Three Gorges chinesas; como é que a tão longamente prevista explosão da bolha imobiliária espanhola acabou por rebentar na cara dos que juravam que a Espanha aguentaria isso e muito mais; como é que as agências de notação, os mercados e a Goldman Sachs puderam livremente atacar a dívida soberana de todos os Estados europeus, excepto a Alemanha, numa estratégia concertada de cerco ao euro, que finalmente tornou toda a Europa insolvente. Ou como é que um pequeno país, como Portugal, experimentou uma receita jamais vista ? a de tentar salvar as finanças públicas através da ruína da economia ? e que, oh, espanto, produziu o resultado mais provável: arruinou uma coisa e outra. E como é que, no final de tudo isto, as periferias implodiram e só o centro ? isto é, a Alemanha e seus satélites ? se viu coberto de mercadorias que os seus parceiros europeus não tinham como comprar e atulhado em triliões de euros depositados pelos pobres e desesperados e que lhes puderam servir para comprar tudo, desde as ilhas gregas à água que os portugueses bebiam. 

Não deixa de ser curioso...

... que os principais interessados em investir em empresas portuguesas, especialmente nas de comunicação social (nomeadamente a RTP e a Controlinveste), sejam angolanos.
Fomos burros quando abandonámos à sua sorte as antigas colónias, sobretudo Angola. Mesmo passando à frente a questão humanitária (o país passou da guerra colonial para a civil), as riquezas que poderíamos ter explorado se tivéssemos cedido o poder mas tivéssemos mantido uma relação de negócios saudável e cordial são imensas.
Agora podemos cair nas mãos de uma ditadura que nem sequer é nossa. Não basta a ditadura financeira em que este governo nos está a enfiar, ainda vai deixar que terceiros controlem as nossas ideias!
Já nem ponho as culpas no Relvas, que ele só lá está porque o nosso 1.º Ministro permite ou porque o Relvas tem fotografias comprometedoras do Passos Coelho num bikini sexy estilo Borat.
És fraquinho Passos, és fraquinho. Espero não me cruzar contigo em Manta Rota no próximo verão sob pena de te rogar uma forte dor de barriga. E olha que as minhas pragas costumam resultar.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Rescaldo do OE 2013

O Jornal de Negócios hoje é de graça. É simpático não termos de pagar para saber as más notícias apresentadas ontem pelo Vitinho.
Também achei simpático o Vitinho agradecer-nos por investirmos na educação dele. A meu ver fizemos um péssimo negócio porque aparentemente o rapaz não aprendeu nada no seu percurso académico.
Entretanto alguém devia tirar as drogas alucinogénas que o Passos e seus lacaios andam a tomar, porque só sob o efeito de drogas é que se compreende que continuem a agir assim, apesar disto: