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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Felicidário

Dei com isto através do blog do Alvim. É delicioso. E simples. E devíamos ser felizes assim sempre. Acho que aquele felicidário não é só para a 3.ª idade.

Por mim, até agora, o felicidário melhor é este aqui em baixo. Porque adorei os Maias e porque poder ler um bom livro é sempre motivo de alegria.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Do Amor



O Amor é mágico e é trágico e é tão abrangente e tão diferente e tão tudo. O Amor dói sempre no peito e na alma. Dói quando estamos muito felizes porque parece que o ar vai faltar e dói quando estamos muito tristes porque parece que o ar vai faltar.
Dói sempre caramba: quando o temos porque temos medo de o perder talvez, e quando não o temos porque já o perdemos ou porque não o alcançámos.
E o Amor não se tem só por um gajo, isso é que é pior. Se só doesse por UMA pessoa era como outra. Mas dói pelo pai, pela mãe, pelos avós, pelos amigos, pelo canário, pelo cão, pelo miúdo que nunca viu o mar que vemos numa reportagem, pela mãe com o filho doente.
Quem muito ama sofre mais acho eu... Mas também ri mais acho eu!
Será?! Epá, não sei...
E isto veio a propósito do Alvim que acha que o Amor é como descascar uma maçã. E é. E o Amor também é como cortar as unhas. Se amamos alguém quando essa pessoa está a cortar as unhas então amamos essa pessoa sempre. Há lá coisa menos interessante que ver alguém a cortar as unhacas? Se amamos os amigos e o gajo e a mãe e o pai quando eles cortam as unhacas então amamos mesmo.
E isso lembra-me que fui pedida em casamento quando acordei: descabelada, com ramelas nos olhos e com aquele fantástico hálito matinal. Então amar também é como acordar. Se amamos alguém quando essa pessoa acorda então amamos sempre certo?
O Amor é tão simples, só acho que as pessoas não amam mais porque dói sempre e ninguém gosta muito de coisas que doem. Toda a gente gosta mais de coisas que não doem!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Gajas e gajos não podem ser amigos?

Durante muito tempo defendi que a amizade verdadeira entre gajos e gajas era possível. Durante muito tempo os meus melhores amigos, aqueles a quem confiava absolutamente tudo foram gajos.
Com um deles enrolei-me e, exactamente por isso, percebemos que seríamos melhor amigos que amantes. Outro veio a ter uma paixoneta por mim.
Ai pelo meio ainda tive mais alguns amigos (gajos) por quem tinha bastante consideração. Quando terminou a faculdade e seguimos caminhos separados aqui a tonta ainda mandou uns mails, uns posts no facebook, umas mensagens de aniversário, mas hoje percebo que gajos e gajas não podem ser amigos. Fora o J. que se afastou porque nunca teve muito jeito com pessoas e porque queria algo mais de mim que ser o meu BFF (best friend forever), os restantes renderam-se às suas esposas e esqueceram-se que uma família não é incompatível com as amizades.
Mas custa-me mesmo é o J. Já vai para cinco anos que não o vejo, e não consigo compreender como é que alguém não se contenta com o papel de melhor amigo. Aliás, nos dias que correm parece-me que há muitos amores e casamentos que nascem e morrem com muito mais velocidade que uma amizade forte.
Ou então eu é que sou parva e afinal de contas aquilo foram só amigos de copos e nada mais.
E isto tudo a propósito disto. Mais uma vez Alvim, és o guru dos relacionamentos. You know it all!

P.S. (19:09)
E nem de propósito esta crónica caiu-me agora no colo!