Quando as coisas saem do meu controlo não consigo evitar, a ansiedade devora-me! Estou ansiosa porque continuo à espera que alguém me ligue da MAC ou do HSM. Continuo à espera de saber qual é o problema para acalmar a minha ansiedade e poder arranjar formas de lidar com o problema. Sem saber qual é a maleita, acho que pode ser muita coisa, desde o mais simples ao mais complicado.
Estou ansiosa porque há séculos que se avizinham mudanças no trabalho mas afinal parece que não chegam.
Estou ansiosa porque tenho de conferir extratos de contas (coisa que eu abomino).
E pronto, é isto, hoje parece-me que vou sofrer de ansiedade crónica, daquela em que não me apetece comer, mas depois como para ver se preencho este buraco gigante que se forma no estômago. Ansiedade daquela em que não consigo passar 10 minutos sem olhar ao telemóvel e ao e-mail à procura de uma boa notícia ou de alguma novidade que me distraia.
Ansiedade daquela que vai resultar, quase de certeza, em asneira no trabalho!
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
Estou super ansiosa
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domingo, 15 de abril de 2012
Novamente a MAC
Anda tudo enxofrado por causa da MAC, alegando que existe um excesso de camas de obstetrícia em Lisboa. E eu ouço este festival e só penso que estão a passar ao lado de coisas que me afectam. O que me afecta no fecho da MAC é que fecham um centro de medicina reprodutiva e que vão perder-se camas que não são importantes para partos normais mas são eventualmente importantes para parturiantes em risco, para prematuros, para casais inférteis, para partos de risco, para complicações.
Se garantissem esses serviços com qualidade e igual número de camas noutro serviço então força. O pior é que só se ouve ruído, diz que disse, boatos. Explicações sérias sobre o local onde serão colocadas as equipas, sobre serviços disponíveis, sobre cuidados prestados ainda não vi.
E eu questiono-me ainda mais sobre toda esta situação ao verificar que euzinha para ter consultas do serviço nacional de saúde na área da fertilidade tenho de ir a Lisboa, enquanto que do Tejo para cima há vários hospitais a terem acompanhamento.
Na Madeira e nos Açores este tipo de acompanhamento também só há no privado.
Então eu penso: mandem as equipas em excesso e as camas em excesso para o Algarve, nós agradecemos humildemente.
Nunca deixamos de ser província pois não?
Se garantissem esses serviços com qualidade e igual número de camas noutro serviço então força. O pior é que só se ouve ruído, diz que disse, boatos. Explicações sérias sobre o local onde serão colocadas as equipas, sobre serviços disponíveis, sobre cuidados prestados ainda não vi.
E eu questiono-me ainda mais sobre toda esta situação ao verificar que euzinha para ter consultas do serviço nacional de saúde na área da fertilidade tenho de ir a Lisboa, enquanto que do Tejo para cima há vários hospitais a terem acompanhamento.
Na Madeira e nos Açores este tipo de acompanhamento também só há no privado.
Então eu penso: mandem as equipas em excesso e as camas em excesso para o Algarve, nós agradecemos humildemente.
Nunca deixamos de ser província pois não?
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