Eu também gostava de continuar em Portugal, também não sei bem porquê, mas gostava. Mas sou casada e, como tal, as decisões são tomadas a dois. E como ele está infeliz neste cantinho à beira-mar plantado, para já, ele vai embora e eu fico. O problema é que o coração fica mirradinho tanto por ficar, porque fico sem ele, como por partir, porque tenho de abandonar o que é meu, a minha casa, o meu país, os meus amigos, tudo o que me é caro e familiar e me faz sorrir.
E os filhos da prostituta que me colocam (e a tantos como eu) nesta situação continuam impávidos e serenos a discutir o sexo dos anjos na Assembleia da República.
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quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Voltei voltei voltei do Dubai
Pois é, estive "emigrada" 12 dias: 7 no dubai, 5 em veneza.
Short story: detestei as mulheres de burka, adorei os carros e os edifícios, detestei o snobismo dos árabes, adorei a simpatia de todos os não-árabes (embora muçulmanos, porque há uma diferença) que me atenderam nos mais diversos locais públicos, tropecei num passeio e aterrei em cima de um árabe dos snobs, mas que ao ver-me cair para cima dele teve um ímpeto de delicadeza num primeiro momento de me agarrar no braço, mas isso foi só até o maridinho vir em meu socorro, adorei jantar num 49.º andar, detestei não conseguir comprar uma garrafa de vinho em lado nenhum, nem para cozinhar (e por isso descobri que a minha cunhada andava a cozinhar com um vinho branco chardonnay, comprado em Itália, que lhe custou quase 6€).
Em veneza adorei tudo: o andar a pé para todo o lado, a lentidão e a calma de andar de barco para todo o lado, as tapas numa tasca cheia de vinho nas paredes, as massas, a companhia das minhas queridas de sempre, até a peste do filho de uma delas que depois de fazer asneira da grande e lhe dizermos que estamos zangados com ele pergunta: "poquê?". Adorei sobretudo um dia em que ele estava a mexer no telemóvel e a comer um chupa e a lambuzar-se todo e logo de seguida, ao acabar o chupa, decide lamber o telemóvel :D Impossível ralhar pá!
Voltei, e em dois dias de trabalho cheguei duas vezes a casa com palpitações e dor de cabeça. Se continuar a trabalhar com esta doida parece-me que vou aumentar o número de pessoas viciadas em ansiolíticos. Para já fico-me pelos benuron, mas é caso para dizer Amo-te chefinha!
Na realidade, para os fãs de Harry Potter, esta senhora é como um Dementor. Neste momento estamos em Azkaban e se tentamos fugir ela vem e suga-nos a energia e a alma, e a seguir vamos à nossa vida, em piloto automático e com palpitações no peito e a sensação de agulhas no cérebro.
Posto isto, e antes que ela me venha espreitar por cima do ombro para ver o que é que eu estou a fazer, vou voltar ao trabalho e aproveitar o resto de energia que o Dementor ainda não me sugou!
Short story: detestei as mulheres de burka, adorei os carros e os edifícios, detestei o snobismo dos árabes, adorei a simpatia de todos os não-árabes (embora muçulmanos, porque há uma diferença) que me atenderam nos mais diversos locais públicos, tropecei num passeio e aterrei em cima de um árabe dos snobs, mas que ao ver-me cair para cima dele teve um ímpeto de delicadeza num primeiro momento de me agarrar no braço, mas isso foi só até o maridinho vir em meu socorro, adorei jantar num 49.º andar, detestei não conseguir comprar uma garrafa de vinho em lado nenhum, nem para cozinhar (e por isso descobri que a minha cunhada andava a cozinhar com um vinho branco chardonnay, comprado em Itália, que lhe custou quase 6€).
Em veneza adorei tudo: o andar a pé para todo o lado, a lentidão e a calma de andar de barco para todo o lado, as tapas numa tasca cheia de vinho nas paredes, as massas, a companhia das minhas queridas de sempre, até a peste do filho de uma delas que depois de fazer asneira da grande e lhe dizermos que estamos zangados com ele pergunta: "poquê?". Adorei sobretudo um dia em que ele estava a mexer no telemóvel e a comer um chupa e a lambuzar-se todo e logo de seguida, ao acabar o chupa, decide lamber o telemóvel :D Impossível ralhar pá!
Voltei, e em dois dias de trabalho cheguei duas vezes a casa com palpitações e dor de cabeça. Se continuar a trabalhar com esta doida parece-me que vou aumentar o número de pessoas viciadas em ansiolíticos. Para já fico-me pelos benuron, mas é caso para dizer Amo-te chefinha!
Na realidade, para os fãs de Harry Potter, esta senhora é como um Dementor. Neste momento estamos em Azkaban e se tentamos fugir ela vem e suga-nos a energia e a alma, e a seguir vamos à nossa vida, em piloto automático e com palpitações no peito e a sensação de agulhas no cérebro.
Posto isto, e antes que ela me venha espreitar por cima do ombro para ver o que é que eu estou a fazer, vou voltar ao trabalho e aproveitar o resto de energia que o Dementor ainda não me sugou!
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Pensamentos soltos
Hoje estava a ver que nunca mais chegava ao trabalho. Fiz 22 km a 50 km/h com o coração nas mãos porque ia uma fila interminável à minha frente e fiquei em pânico com a qualidade das ultrapassagens efetuadas. Vítor e Pedro, muito obrigada por terem colocado portagens nas ex-SCUT.
Ontem estive a ver o episódio da novela Páginas da Vida onde morria uma rapariguita jovem. Abuso das imagens da miúda morta numa morgue vazia, mas é assim que a malta acaba, pelo menos a nossa forma terrena, numa sala vazia e fria. Lembrou-me a última visita ao meu pai na morgue do hospital de Faro. Nunca pensei não o ter cá, não o ver envelhecer, não o ver brincar com os netos.
Falando em netos, esta coisa da maternidade não está fácil e há dias que isso me custa particularmente. Hoje a filha de uma pessoa que odeio mas que escreve muito bem e às vezes até simpatizo, mas porra fez-me a vida negra durante um monte de tempo faz anos, e ela diz coisas lindas sobre a maternidade e a filha até tem um nome que eu gosto e porra isso bate mesmo cá no fundo, e fiquei com a moinha, com aquele sentimento de inveja que detesto ter porque a inveja nunca é boa acho eu. Sempre ponderei adotar, mas gostava de saber qual era a sensação de ter um ser a crescer dentro de mim. Até hoje o mais próximo que senti de um movimento dentro de mim foram gases e isso não é uma criação de que me orgulhe muito.
Estou cansadita de pagar coisas relativas à minha casa. Certiel: pumba, 50 euros; Tavira Verde: pumba, 1.500,00€; puta que os pariu: pumba, um porradão de dinheiro. E para quê? Perguntam vocês. Para me passarem uma coisa que se chama certificado de habitabilidade que é um papel da câmara a dizer que posso viver na minha casa onde já vivo há um mês.
O meu marido quer ir embora do país. Hoje está um sol espetacular, tudo verde da chuva dos últimos dias e um friozinho de Inverno agradável. Vou ter um ordenado melhor noutro país? Se calhar vou... Mas vai faltar tudo o resto.
De qualquer maneira preciso de umas mudanças.
Falando em mudanças, fiz ontem a minha 2.ª compra nos saldos (a 1.ª foi um par de jeans) e fiquei muito contente com ela. Acho que me dá um ar menos miúda e mais "fashion" (ai que estou armada em fashion blogger). É um colete da globe que custava ai uns 70 euros e comprei por 35 (e que está aqui em baixo e já fiz de tudo mas não consigo colocar a imagem direita).
Hoje está a ser um dia muuuuiiiittttoooo extenuante e ainda só são 16h. Entrei às 9h, prevejo sair às 20h00!!
Soube-me bem esta pausa para a escrita sem qualquer sentido, agora vou comer um iogurte (acho que é muito importante saberem isso) e voltar ao trabalho!
Ontem estive a ver o episódio da novela Páginas da Vida onde morria uma rapariguita jovem. Abuso das imagens da miúda morta numa morgue vazia, mas é assim que a malta acaba, pelo menos a nossa forma terrena, numa sala vazia e fria. Lembrou-me a última visita ao meu pai na morgue do hospital de Faro. Nunca pensei não o ter cá, não o ver envelhecer, não o ver brincar com os netos.
Falando em netos, esta coisa da maternidade não está fácil e há dias que isso me custa particularmente. Hoje a filha de uma pessoa que odeio mas que escreve muito bem e às vezes até simpatizo, mas porra fez-me a vida negra durante um monte de tempo faz anos, e ela diz coisas lindas sobre a maternidade e a filha até tem um nome que eu gosto e porra isso bate mesmo cá no fundo, e fiquei com a moinha, com aquele sentimento de inveja que detesto ter porque a inveja nunca é boa acho eu. Sempre ponderei adotar, mas gostava de saber qual era a sensação de ter um ser a crescer dentro de mim. Até hoje o mais próximo que senti de um movimento dentro de mim foram gases e isso não é uma criação de que me orgulhe muito.
Estou cansadita de pagar coisas relativas à minha casa. Certiel: pumba, 50 euros; Tavira Verde: pumba, 1.500,00€; puta que os pariu: pumba, um porradão de dinheiro. E para quê? Perguntam vocês. Para me passarem uma coisa que se chama certificado de habitabilidade que é um papel da câmara a dizer que posso viver na minha casa onde já vivo há um mês.
O meu marido quer ir embora do país. Hoje está um sol espetacular, tudo verde da chuva dos últimos dias e um friozinho de Inverno agradável. Vou ter um ordenado melhor noutro país? Se calhar vou... Mas vai faltar tudo o resto.
De qualquer maneira preciso de umas mudanças.
Falando em mudanças, fiz ontem a minha 2.ª compra nos saldos (a 1.ª foi um par de jeans) e fiquei muito contente com ela. Acho que me dá um ar menos miúda e mais "fashion" (ai que estou armada em fashion blogger). É um colete da globe que custava ai uns 70 euros e comprei por 35 (e que está aqui em baixo e já fiz de tudo mas não consigo colocar a imagem direita).
Hoje está a ser um dia muuuuiiiittttoooo extenuante e ainda só são 16h. Entrei às 9h, prevejo sair às 20h00!!
Soube-me bem esta pausa para a escrita sem qualquer sentido, agora vou comer um iogurte (acho que é muito importante saberem isso) e voltar ao trabalho!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Há alturas em que me sinto bipolar. Até estava animadita ontem à tarde. Ia ter jantar com amigos, sai cedo do trabalho...
Mas cheguei a casa e dei com a mãe preocupada com o rumo do negócio da família, que ela não quer fechar porque deu muito trabalho a começar. E vejo-a cansada e gostava de fazer alguma coisa para que ela não andasse nervosa, mas não sei por onde começar.
E chegam as amigas e duas têm filhas e a outra está grávida e só falam disso e eu não posso engravidar e o jantar divertido com as amigas torna-se mais doloroso do que divertido.
E hoje entro no facebook e pela primeira vez dou com comentários de Descansa em Paz no mural de um amigo de uma amiga e fico a pensar: realmente, e se eu morresse agora o que é que sobrava? O meu mural no facebook para deixarem comentários? E esse mural ia perdurar por mais quantos anos? Até que o próprio do facebook o encerrasse por falta de atividade? E se ele não desaparecesse? Seria curioso talvez daqui a 20 anos alguém dar com aquilo e pensar quem eu teria sido, como quando damos com fotos dos nossos pais muito novos em farra com os amigos e ficamos a ponderar quem seriam essas pessoas.
Esta merda de sermos mortais e termos sentimentos é uma grande chatice.
Mas cheguei a casa e dei com a mãe preocupada com o rumo do negócio da família, que ela não quer fechar porque deu muito trabalho a começar. E vejo-a cansada e gostava de fazer alguma coisa para que ela não andasse nervosa, mas não sei por onde começar.
E chegam as amigas e duas têm filhas e a outra está grávida e só falam disso e eu não posso engravidar e o jantar divertido com as amigas torna-se mais doloroso do que divertido.
E hoje entro no facebook e pela primeira vez dou com comentários de Descansa em Paz no mural de um amigo de uma amiga e fico a pensar: realmente, e se eu morresse agora o que é que sobrava? O meu mural no facebook para deixarem comentários? E esse mural ia perdurar por mais quantos anos? Até que o próprio do facebook o encerrasse por falta de atividade? E se ele não desaparecesse? Seria curioso talvez daqui a 20 anos alguém dar com aquilo e pensar quem eu teria sido, como quando damos com fotos dos nossos pais muito novos em farra com os amigos e ficamos a ponderar quem seriam essas pessoas.
Esta merda de sermos mortais e termos sentimentos é uma grande chatice.
domingo, 18 de novembro de 2012
(NOT TO) Fly Emirates
Quando cheguei esta manhã à porta do hotel onde a Fly Emirates estava a fazer mais uma sessão de recrutamento vi logo qual era o meu destino. Devia ter seguido o meu instinto inicial de ficar em casa e dormir pelo menos até às 10h como se deve fazer a um Domingo.
Mas ontem à noite, mesmo de véspera, a minha coceirinha por viagens e o desejo de juntar uns trocos para uma reforma tranquila falaram mais alto.
Reuni toda a minha coragem, pensei como seria estar longe de casa mais uma vez. E como seria estar longe do meu marido. Claro que também teria saudades da minha mãe, mas a minha mãe será sempre minha mãe, e um marido, se estamos longe, pode cair na tentação de deixar de o ser.
Fiz planos de como iria arranjar-lhe alguma coisa para ele se juntar a mim.
Tive a certeza que numa entrevista eu seria seleccionada. Adoro viajar, falo inglês fluentemente e francês relativamente bem, não tenho medo de trabalhar, adapto-me bem a outros sítios e culturas... Acho que toda a gente devia poder viajar pelo menos uma vez na vida, até a pessoa mais pobre. Viver sem nunca viajar não é viver, é sobreviver.
Quando cheguei esta manhã à porta do hotel, vi logo qual era o meu destino. Mas insisti em ficar, tinha uma réstia de esperança. A minha cunhada tinha entrado num recrutamento deles por acaso, porque ia a passar à porta donde estava a decorrer a reunião. Não tinha CV, nem maquilhagem. Tinha o cabelo solto, despenteado pelo vento e as calças de ganga da moda... rasgadas! E mesmo assim chamaram-na. A minha cunhada tem 1,70m, pesa uns 54 kg e tem 25 anos.
Eu fui de fato, do alto dos meus 164 cm de altura, pus base, andei à procura de fotos de casamentos para colocar no CV online.
Lá só tive de dizer em que ano conclui a licenciatura e esticar-me para tocar uma marca na parede, para verem se tinha altura suficiente.
Já são 21h57, não ligaram, não fui seleccionada, não vou para o Dubai, não vou ter saudades de morte do meu homem. Também não vou viajar, conhecer milhentos países e ainda ser bem paga para isso.
Quando cheguei esta manhã à porta do hotel vi logo qual era o meu destino. Era voltar para casa, com 2 horas de sono a menos e mais 8 horas de sonhos perdidos, perdidos para garotas de 22 anos com pernas maiores que as minhas, menos mamas que eu, com o batom mais vermelho e com os seus penteados de hospedeiras de bordo que preparam cuidadosamente em casa, como se estivessem prontas para embarcarem já hoje para o seu destino num A380 com bar, camas e chuveiros, a caminho da terra dos shakes.
Estas merdas entristecem-me sobremaneira, não sou material para nobel porque não tenho um cérebro brilhante, não sou material para hospedeira porque não tenho boas pernas ou já sou velha demais ou não ri o suficiente para a recrutadora, sei lá... Não sou material para jornalista (ai nem sei bem porquê).
Fico tramada com isto pá porque convenço-me mais uma vez que vou passar uns bons anos mais agarrada a uma secretária!
Vou ali deprimir-me mais um bocado e volto amanhã!
Mas ontem à noite, mesmo de véspera, a minha coceirinha por viagens e o desejo de juntar uns trocos para uma reforma tranquila falaram mais alto.
Reuni toda a minha coragem, pensei como seria estar longe de casa mais uma vez. E como seria estar longe do meu marido. Claro que também teria saudades da minha mãe, mas a minha mãe será sempre minha mãe, e um marido, se estamos longe, pode cair na tentação de deixar de o ser.
Fiz planos de como iria arranjar-lhe alguma coisa para ele se juntar a mim.
Tive a certeza que numa entrevista eu seria seleccionada. Adoro viajar, falo inglês fluentemente e francês relativamente bem, não tenho medo de trabalhar, adapto-me bem a outros sítios e culturas... Acho que toda a gente devia poder viajar pelo menos uma vez na vida, até a pessoa mais pobre. Viver sem nunca viajar não é viver, é sobreviver.
Quando cheguei esta manhã à porta do hotel, vi logo qual era o meu destino. Mas insisti em ficar, tinha uma réstia de esperança. A minha cunhada tinha entrado num recrutamento deles por acaso, porque ia a passar à porta donde estava a decorrer a reunião. Não tinha CV, nem maquilhagem. Tinha o cabelo solto, despenteado pelo vento e as calças de ganga da moda... rasgadas! E mesmo assim chamaram-na. A minha cunhada tem 1,70m, pesa uns 54 kg e tem 25 anos.
Eu fui de fato, do alto dos meus 164 cm de altura, pus base, andei à procura de fotos de casamentos para colocar no CV online.
Lá só tive de dizer em que ano conclui a licenciatura e esticar-me para tocar uma marca na parede, para verem se tinha altura suficiente.
Já são 21h57, não ligaram, não fui seleccionada, não vou para o Dubai, não vou ter saudades de morte do meu homem. Também não vou viajar, conhecer milhentos países e ainda ser bem paga para isso.
Quando cheguei esta manhã à porta do hotel vi logo qual era o meu destino. Era voltar para casa, com 2 horas de sono a menos e mais 8 horas de sonhos perdidos, perdidos para garotas de 22 anos com pernas maiores que as minhas, menos mamas que eu, com o batom mais vermelho e com os seus penteados de hospedeiras de bordo que preparam cuidadosamente em casa, como se estivessem prontas para embarcarem já hoje para o seu destino num A380 com bar, camas e chuveiros, a caminho da terra dos shakes.
Estas merdas entristecem-me sobremaneira, não sou material para nobel porque não tenho um cérebro brilhante, não sou material para hospedeira porque não tenho boas pernas ou já sou velha demais ou não ri o suficiente para a recrutadora, sei lá... Não sou material para jornalista (ai nem sei bem porquê).
Fico tramada com isto pá porque convenço-me mais uma vez que vou passar uns bons anos mais agarrada a uma secretária!
Vou ali deprimir-me mais um bocado e volto amanhã!
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